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A Copa do Brasil na sua versão 2017, se por um lado democratizou um pouco mais o acesso, ampliando a quantidade de clubes participantes, por outro lado criou uma fórmula que privilegia em muitos aspectos a “zebra” em detrimento do bom futebol. E zebra, como traduz a palavra no jargão do futebol, é ZEBRA. Mas isto é apenas uma opinião.

De todo modo, os dois times da Paraíba teriam pleno insucesso na sua estreia nesta nova fórmula de competição nacional. O Botafogo-PB ainda teria uma oportunidade de tentar reverter, em casa, os 3 a 0 sofridos para o inexpressivo São Francisco do Pará lanterna do campeonato estadual.

Já o Campinense Clube teria sido eliminado em qualquer circunstância, em razão da derrota por 2 X 0, em casa, contra a Ponte Preta do Estado de São Paulo.

Daqui por diante com os olhos e os objetivos todos voltados para o campeonato estadual e a Copa do Nordeste, ambos terão desafios importantes pela frente.

Ao Campinense Clube, em minha singela e humilde opinião, não restará alternativas a não ser concentrar todos os esforços no campeonato estadual e posteriormente na conquista do acesso para a Série C, bastante para tal ficar entre os 4 primeiros da famigerada e infernal série D, que de “série” não tem nada, mas apenas uma verdadeira guerra pela possibilidade de acesso a uma das competições efetivamente organizadas e patrocinadas pela CBF.

Para quem não lembra ou não sabe, a tal série D (que eu chamo de campeonato da ante-sala do inferno) não recebe qualquer tipo de apoio da Confederação Brasileira de futebol.  Especialmente na última competição, a bondade e generosidade da CBF permitiu a remuneração dos árbitros como suporte e ajuda aos clubes participantes, o que não representa nada ou no máximo algo perto de coisa nenhuma se comparado às despesas todas de participação numa disputa que é nacional.

Fica para todos o exemplo e o alerta e a minha torcida com o sincero desejo de que ao final da disputa vençam os que efetivamente apresentarem melhores resultados dentro de campo, sem as interferências famosas das mazelas, manhas e marmotas de arbitragem que estamos tristemente acostumados a ver neste tipo de disputa no futebol brasileiro.