OPINIÃO – Será mais uma ilusão?

Sei que aí dentro ainda mora um pedacinho de mim, disse a esperança. É o sentimento futebolístico que envolve meu coração neste mês de quase festejos juninos. Concluída a primeira metade da fase de grupos da Série D, Campinense e Treze confirmam o favoritismo adquirido pelo peso de suas camisolas e largam na frente em seus respectivos grupos.

Apesar da empolgação, exige reflexão e cautela. A gente fala primeiro do Campinense, porque quase é primeiro mesmo. A vitória sobre o Flamengo de Arcoverde em solo pernambucano, garantiu a manutenção dos 100% de aproveitamento.

Foto: Samy Oliveira / Ascom Campinense

Manaus, no Grupo A1, Moto Club no A5, Iporá no A10, Tubarão no A16 e São José no A17 são os únicos que venceram todos os jogos que disputaram. Pelos critérios de desempate – vitórias, saldo de gols, gols pró e etc, nessa sequência – só o Manaus supera a Raposa no geral, ambos com nove pontos, empatados com +5 de saldo, mas tendo balançado as redes dez vezes, contra sete do time paraibano. É o melhor início do rubro-negro dentre todas as suas participações na Série D. Números que animam. A classificação deve ser confirmada no próximo domingo, dia das mamães, mas requer pés no chão. Com o devido respeito, Murici/AL e Flamengo/PE não são lá grandes parâmetros, pecam no conjunto, na qualidade individual, não oferecem grande resistência e isso não me deixa outra alternativa a não ser entender que apesar da excelente campanha, especialmente pelos pontos conquistados fora de casa, desafios maiores ainda virão e, aí sim, o Campinense vai precisar provar seu valor. Sobre o jogo, ganhou os três pontos, perdeu Danilo Bala. Luxação no ombro, fratura na clavícula.

Numa competição de tiro curto – só restam três rodadas para o término da primeira fase, depois já começa o mata-mata – qualquer lesão preocupa bastante, ainda mais uma fratura. Perda considerável dentro de campo. Porque o Campinense ainda se mostra dependente de espasmos individuais e Bala, nos poucos jogos que fez, mostrou qualidade para fazer a diferença, como na primeira partida contra o CRB e no duelo contra o Flu de Feira. A gente torce pela rápida recuperação do atleta.

 

O ser humano é um bicho engraçado. Com a gente, qualquer situação tem mais intensidade que com o outro. Para o torcedor não é diferente. Bater no peito e dizer que foi na raça, porque tudo para o time do coração é mais difícil. Se não for assim, não é meu time, dizem. Talvez seja esse o maior clichê do futebol, e olhe que de clichê eu entendo. Certamente era esse o pensamento dos trezeanos ao apito final diante do Itabaiana. Quem chegou atrasado ao PV, tipo eu, nem viu o começo avassalador do Galo e o gol de Samurai.

Foto: Ramon Smith / Ascom Treze

Cabia mais. O Treze dominou boa parte do primeiro tempo, tinha intensidade pelos lados, especialmente na esquerda e poderia ter feito um placar mais elástico. Achei o Itabaiana frágil, não oferecendo dificuldades para troca de passes e movimentações ofensivas do Treze. Faltou mais capricho para concluir. Na primeira metade do jogo, o Tremendão, como é chamado o Itabaiana, pouco chegou ao gol adversário. Na segunda etapa, o time sergipano voltou se expondo um pouco mais, deixando espaços para o Galo. A partida se desenhava para que os destaques fossem os desarmes e visão de jogo de Copetti (que acerto!), a maestria de Marcelinho Paraíba e a voluntariedade de Samurai. Mas os deuses do futebol optaram por incluir uma porção extra de emoção na partida. Um jogo, até então, simples começou a complicar. Foi quando apareceu a figura de Mauro Iguatu. O cara fechou o gol. Não passava nem sinal de Wi-Fi.

Foto: Ramon Smith / Ascom Treze

Transformou-se no nome do jogo, garantiu os três pontos e a liderança da chave. A grande questão é que, ainda que todos tenham voltado para suas casas com um sorriso amarelo de orelha a orelha, o Treze deveria ter superado o adversário com mais tranquilidade. Não precisava ter passado o sufoco que passou nos minutos finais. Apesar disso, admito que gostei bastante do Treze, especialmente no primeiro tempo. Simples, mas eficaz. Flávio Araújo parece ter encontrado o encaixe do time, creio que tende a crescer. Some-se a isso a atmosfera pra lá de positiva de jogar no Presidente Vargas para um bom público, como o deste domingo… É uma fórmula que pode dar forró! Mas vai precisar superar o cansaço e o desgaste das viagens.

O início é promissor. Promissor a ponto de despertar em meu pobre coração a confiança de que Treze e Campinense, enfim, começam a Série D com times competitivos. Nem as novinhas no Parque do Povo me deixam tão iludido. É importante que o torcedor também compre essa ilusão. Apoie, acredite e jogue junto. Importante também que esse sentimento não chegue aos dirigentes, gestores do nosso futebol. A caminhada é longa e é preciso ter seriedade. Dosado isso, passadas as três primeiras rodadas, restam nove jogos até o acesso. Agora, cabe ao tempo e, principalmente, à bola mostrar se esse sentimento veio pra ficar ou se não passa de mais uma ilusão.

OPINIÃO – Basta decidir

Foto: Douglas Araújo / Ascom CRB

Campina Grande não terá representante na Copa do Nordeste em 2019. Cidade que foi palco de duas voltas olímpicas do maior torneio regional do mundo nos últimos cinco anos. Soa, guardadas as devidas proporções, como a Itália, tetracampeã mundial, ficar fora da Copa do Mundo. A mudança no regulamento, a fim de prestigiar os clubes melhor ranqueados – ou maiores, como queiram entender – optou por pôr frente a frente oito clubes, dos quais quatro já ficariam pelo caminho: Juazeirense-BA, River-PI, América-RN e Campinense-PB.

Vamos ao jogo, que é o que nos interessa. Pode-se dizer que o confronto de 180 minutos entre Campinense e CRB foi parelho. Times que apresentaram pouco taticamente, que mostraram fragilidades, apatia e que, certamente, gastaram os nervos de seus torcedores sob a  esperança alimentada a todo instante de que seu time poderia apresentar um pouco mais. Os jogos foram tão iguais que até mesmo as falhas se repetiram. Ou o nocaute de João Carlos em Boaventura, no lance que culminou com o gol de Marcinho na segunda partida, não lembrou o absurdo pênalti não marcado no jogo de ida?

É bem verdade que no primeiro jogo, os paraibanos tiveram perna, qualidade, volume e oportunidade para acumular mais gordura de vantagem para o jogo da volta. Deveriam tê-lo feito, aliás. Mas chegaram a Maceió apenas com o mínimo. Parece com uma história recente, quando a gente conversava sobre a falta de poder de decisão. Muito pouco. O que faltou ao Campinense foi justamente o que teve o CRB com menos de um minuto da segunda etapa. Num bate-rebate, bola pipocando pra lá e pra cá e eis que cai exatamente nos pés de quem tinha um mínimo de lucidez para achar espaço entre os defensores e desferir o indefensável à meta de Jefferson. Neto Baiano foi doação, foi loucura, foi correria. Nada de extraordinário, de excepcional. Mas foi matador quando precisou. E isso bastou.

Ao Campinense, a sensação de que poderia ter sido diferente não pode se sobrepor à necessidade de fazer a lição de casa: aprender com os erros. Para ontem. A menina dos olhos é, e sempre foi, o acesso à Série C. E pra chegar lá, é preciso passar por três duelos de mata-mata. Nos últimos trinta dias, disputou e perdeu dois: Botafogo e, agora, CRB. Se tudo caminhar conforme o esperado, a segunda fase da Série D começa em um mês. As partidas de ida estão previstas para 03 de junho, noite de Dorgival Dantas e Jonas Esticado no palco do Maior São João do Mundo (não posso esconder a ansiedade). Tempo para mudar o retrospecto e ter o jogo a seu favor. Mas, pra isso, precisa decidir.

OPINIÃO – Um jogo frio de aquecer corações

Tarde chuvosa de domingo. Clima propício para Netflix, cafuné, edredom e chocolate quente. Mas Campinense e Flu de Feira abriam suas participações na Série D. O reencontro de dois clubes cujo histórico recente se mostra bem equilibrado. Ano passado, por exemplo, em quatro confrontos só deu empate. A chuva deixou o campo pesado. Aliás, o gramado pode até não ser padrão Fifa, mas a drenagem tá de parabéns. Os dois times têm plantéis similares, com jogadores experientes e de qualidade. São, de longe, os favoritos a avançar num grupo que ainda conta com Flamengo de Arcoverde-PE e Murici-AL.

A Série D a gente já conhece. A receita é vencer em casa e arrancar pontos fora. Num primeiro tempo debaixo d’água, destaque para os muitos guarda-chuvas na arquibancada e para alguns gatos pingados – me perdoem o trocadilho, não me contive, levem na esportiva – que se propuseram a cantarolar um bocado. Só imagino esse pessoal chegando no trabalho amanhã sem voz. Dentro de campo, pouquíssimo. Escassas oportunidades de gol e nenhum chute de longa distância. A novidade no rubro-negro em relação ao time que vinha jogando foi a ausência de Muller Fernandes para entrada de Dan, o que fez com que o time atuasse sem referência no ataque, já que Tarcísio, que não tem esse perfil, atuava mais centralizado. Eram duas perdas: primeiro por não ter a referência que precisava para o esquema utilizado, segundo por não ter Tarcísio na ponta direita, seu habitat natural. Curiosamente, ainda assim, o time insistia em algumas jogadas de linha de fundo. Sem sentido. Nada mais a declarar de um dos primeiros tempos mais frios – em todos os sentidos – dos últimos tempos. Na segunda etapa, Muller no lugar de Dan. Em dia de campo pesado e futebol sem objetividade, alguém de maior estatura, que prenda os zagueiros e segure a bola lá na frente, de fato, era o ideal na minha humilde opinião. O jogo tinha cheirinho de zero a zero, mas o rubro-negro já mostrava um pouco mais de disposição ofensiva. A boa entrada de Thiago Potiguar deu mais dinâmica à equipe. Foi com essa dinamicidade que a bola chegou à ponta esquerda e coube a Danilo Bala penetrar por entre a defesa (como já tinha ensaiado momentos antes) para marcar um belo gol. Talvez um achado, mas desequilibrou. A partir daí, o time baiano precisou se expor um pouco mais e deixou espaços lá atrás. Foi quando o Campinense conseguiu criar mais oportunidades. Há de se destacar a breve participação de Marcelinho. Em pouco tempo, agradou e conseguiu provocar a expulsão de Rodolfo Potiguar. Deixou uma primeira impressão positiva e gera expectativa de que seja uma ótima opção para Ruy Scarpino. Vale lembrar que alguns jogadores ainda não estrearam, como os volantes Gustavo Henrique, Fábio Leite e Jorginho, e o centroavante Denilson.

Resultado importantíssimo. Um jogo frio, mas que aqueceu os corações. Não apenas pelos três pontos, mas por não permitir que, teoricamente, seu grande concorrente pontue. O Flu de Feira atuou maior parte do tempo se defendendo, mas mostrou não ser um time bobo. Tem boa organização, valores individuais e levou perigo em algumas oportunidades. Ao rubro-negro, agora, creio que é necessário se impor. Serão dois jogos fora, contra Murici e Flamengo. Mesmo longe de seus domínios, precisa jogar com seriedade em busca da vitória. Não pode se dar ao luxo de não pontuar fora de casa contra adversários, em tese, mais fracos.

Amanhã é a vez do Galo. Vitória da Conquista/BA, Santa Rita/AL e Itabaiana/SE. Meu palpite é que deve ser um grupo mais equilibrado. O único porém é que o time do Treze é bem diferente em relação à equipe que iniciou o ano. Desde a eliminação no estadual, já foram mais de vinte mudanças no plantel, entre chegadas e partidas. Fica difícil supor alguma coisa, mas tem atletas qualificados, tem camisa e, espero eu, deve brigar com o Itabaiana pela primeira posição na chave.

 

Só pra não esquecer, período chuvoso tá aí, a tendência é que a caminhada na Série D seja debaixo d’água. Recomendo aos torcedores a aquisição de casacos e capas de chuva. Anunciantes, me procurem, estamos à disposição.

OPINIÃO – A importância de tirar coelho da cartola

Imagem da Internet

O dia era 09 de abril de 2018. Nem faz tempo assim. A Operação Cartola deu as caras, investigando a manipulação de resultados do futebol paraibano. Estremeceu. Isso, um dia após a final do Campeonato Estadual, onde, aliás, algumas decisões da arbitragem foram bem questionáveis. Erros dos homens do apito também foram vistos Brasil afora, como, por exemplo, nas finais do Carioca entre Vasco e Botafogo e do Paulista, entre Palmeiras e Corinthians. Passaram-se três dias e mais polêmica no mundo da bola, especialmente na partida entre Real Madrid e Juventus, pelas quartas-de-final da Champions League. No final de semana seguinte, bola rolando pelo Campeonato Brasileiro. Logo no segundo jogo, Vitória e Flamengo, teve juizão enxergando mão em rosto – e levando em conta a bravura e a injustiça, Everton Ribeiro deveria homenageado e indenizado de uma só vez, porque só quem já levou uma bolada na cara sabe o ato de coragem que é -, validando gol irregular e etceteras. Lá vem outro meio de semana… Dessa vez, Pré-Copa do Nordeste.  E a arbitragem inovou: deu vantagem em uma penalidade máxima. Pois é, então… seja manipulação de resultados ou despreparo, talvez as coisas precisem ser revistas. Situações assim vão continuar acontecendo. Não é de hoje. Talvez seja até saudável que hajam polêmicas e que elas continuem nos pautando. Fato é que a Cartola nos enche de esperança. Esperança de que seja só ruindade.

 

 

Sobre o jogo, o Campinense poderia ter feito um resultado mais elástico. Deveria. Seria mais justo com o que apresentou. Foi assim na final do estadual. Dominou o jogo, mas não liquidou a parada. Os gols que não fez podem fazer falta na volta. No geral, avaliação positiva. Mostra que a equipe tem potencial e pode almejar alguma coisa na Série D. Mas reforços seriam muito bem-vindos, especialmente no setor ofensivo. A equipe carece de poder de decisão. Precisa tirar coelhos da cartola para pôr em prática a magia de transformar domínio de jogo em resultado.

OPINIÃO – No futebol, é preciso ser letal

No futebol, é preciso ser letal. Numa decisão, leva vantagem quem decide melhor. Lá fomos nós para João Pessoa, ver Botafogo e Campinense subirem ao tapete do Almeidão para o ato final do Campeonato Paraibano 2018. Era de se esperar que os donos da casa tomassem as rédeas da partida, naturalmente por precisar da vitória e pelo apoio do torcedor. Surpreende foi ver que, após dois ou três minutos de bola rolando, quem comandou as ofensivas foi o time visitante. O Campinense criou logo duas boas chances com Jackinha e Felipe Macena. Podia ter matado o jogo nos primeiros minutos e decidido a partida. Não decidiu. A Raposa estava melhor até por volta dos vinte minutos, quando prevaleceu o fator jogar em João Pessoa. Uma confusão entre gandulas e o banco de reservas do Campinense exaltou os ânimos de todo mundo e culminou com a expulsão de dois atletas do banco de reservas rubro-negro. Honestamente? Acho ridículo. Acho que as atenções devem ser voltadas para dentro das quatro linhas. Mexeu com o psicológico – tão importante para os atletas – dos visitantes e a partir de então, só deu Belo. As circunstâncias até pediam isso, tinha que correr atrás do prejuízo, mas não precisava que o marco central da virada de jogo partisse de uma confusão com os gandulas. A partir de então, um ciclo. Os alvinegros da estrela vermelha tentavam criar, eram parados com faltas pelos rubro-negros, Marcos Aurélio cobrava com perigo, Jefferson salvava como dava, um bate-rebate, um Deus nos acuda, os raposeiros afastavam… Bola com o Belo, falta, Marcos Aurélio, salve-se quem puder…  Botafogo no ataque, Marcos Aurélio na bola parada e por aí vai…

À parte: eu sou muito contrário a cera, cair pra lá e pra lá, tentar ganhar tempo nos mínimos detalhes. Especialmente quando a vantagem é mínima. O Campinense desse Campeonato Paraibano foi um time que fez isso sempre que pôde. Para mim, não é postura de um time vencedor. Ter gandulas próprios que brigam com o banco de reservas do time adversário também não é, mas não vem ao caso.

O Campinense conseguiu segurar o empate que lhe garantia o título, ainda que debaixo de sufoco, até o final do primeiro tempo. Desceu para os vestiários campeão. Mas na segunda etapa, foram precisos menos de cinco minutos e a vantagem do gol aos cem segundos de Tarcísio caiu por terra e mudou de lado. Felipe Cordeiro cruzou para a área que tinha – sinta a pressão – quatro botafoguenses. Dico cabeceou pra trás e desmontou a defesa do rubro-negro. Nando, fazendo valer a lei do ex, estufou as redes. No futebol, tudo muda muito rápido. As circunstâncias então mudaram e o Campinense se viu obrigado a fazer algo. Pouco fez. Bola pra lá e pra cá e faltava poder de decisão. O ímpeto ofensivo do Botafogo prevalecia perante a ineficiente criação rubro-negra. Se na primeira partida, beirou a perfeição, na volta deixou a desejar. O Belo esteve quase sempre mais perto do segundo gol – exceto quando Muller Fernandes ganhou pelo lado direito e fez a bola passar na cara do gol sem que Ortigoza conseguisse empurrar para as redes. No lance seguinte, falta para o Belo e Lula, solto na área, marcou o segundo. Um abraço!

O Campinense sonhou e foi valente, brigou e talvez tenha ido até além das expectativas com o vice-campeonato. Restam amadurecimento, lições valiosas e reflexões que podem fazer a diferença nas competições que restam: Série D e Fase Preliminar da Copa do Nordeste, cujo adversário será conhecido já nessa segunda-feira para que as partidas aconteçam em 18 e 25 de abril (ainda deve ser ajustado pela TV e CBF).  No conjunto dos 180 minutos, o Belo foi superior. Era, aliás, esperado que fosse assim. Diz o ditado que a melhor defesa é o ataque. Terminados os 72 jogos que envolveram as disputas do Campeonato Paraibano 2018, foi campeão quem melhor atacou – ou decidiu, como queiram entender. O Belo marcou 35 dos 158 gols da competição, mais de 22% das vezes em que a rede balançou. Teve também o artilheiro, Nando, com 10 gols. Letal. Confirmou o favoritismo do início da competição e foi mais merecedor do título.

 

Em tempo: Doda, Magno e Adalgiso Pitbull no Mato Grosso com o Cuiabá; Thaciano no Gaúcho com Grêmio; Arthur Cabral e Pio no Cearense com Ceará; Wanderson no Paranaense com o Atlético; Renatinho no Carioca com o Botafogo; Negretti no Pernambucano com o Náutico; Jerfeson Recife e Fernandes com o Remo no Pará; Ricardo Maranhão no Maranhense com o Moto Club; e Daniel Costa no Alagoano com o CSA, todos campeões estaduais neste domingão. Certamente esqueci alguém.