Opinião: Qual Canindé o Treze recebeu?

O maior desejo de um rival é ultrapassar o seu rival. Natural.

Quando o Campinense colocou uma estrela de cunho regional, o Treze quis uma de verdade.

Quando o Treze sapecou 4×0 no Campeão do Nordeste do ano do galo ( 2013), não foi suficiente para arranhar a estrela da conquista; quando o Treze eliminou o Campinense da mesma copa do nordeste do ano subsequente, chateou mas não apagou o brilho daquela conquista, única até agora no estado. Orgulho menor que ser hexa campeão.

A partir daquela semifinal, já se via um Oliveira Canindé com problemas para montar equipes com egos elevados.

O campinense passou 6 meses em cima do troféu.

Oliveira se mandou pro oco do mundo e fez uma passagem confusa no Santa Cruz e outra brilhante no América-RN. Mas nada se comparava ao título recém conquistado.

Oliveira ganhou fama de treinador extremamente tático e muito técnico.

Oliveira recebeu um campinense cansado de derrotas em todos os níveis e com uma equipe e montada por ele, com base cearense, ganhou a sua segunda grande conquista.

Era isso que o treze queria.

O Oliveira do CSA, que mesmo sendo atropelado por Mazolla Junior (todas as vezes) conseguiu levar o time para a serie C e montar o time que depois iria para a Série B.

O Treze queria o Oliveira daquele América-RN que fascinou o Brasil em pleno Maracanã quando eliminou o Fluminense pela copa do Brasil

O Treze queria a estrela do Campinense.

Mas o treze é diferente do Campinense.

Apesar de ter passado maus momentos, o Treze não permitiu que Oliveira sozinho mandasse no futebol.

Contratou Oliveira logos depois do meio do ano, Oliveira começou a montagem do time, com os seus, achando espaço aqui e acolá, cedendo para a contratação de nome do ano passado como Ítalo,

Até que veio Marcelinho Paraíba.

Oliveira disse que não precisaria de Marcelinho, haveria outros jogadores que ele considerava mais essencial e trouxe Tininho e não conseguiu trazer Vagner.

A diretoria do Treze é gamada em Marcelinho Paraíba.

Marcelinho bebe esse amor como forma de sobrevida.

Além de ter de escalar Marcelinho, Oliveira ainda o viu com a faixa de capitão e o que vimos foi um treze capenga, sem brilho, com jogadas bisonhas laterais. Para se ter ideia, o treze so fez dois gols em um único jogo, justamente o que selou a saída do treinador.

Oliveira não repetiu a estrela porque continua sendo o mesmo Oliveira, falastrão, de pouca evolução tática e só para se ter uma ideia do desespero de Oliveira para salvar o cargo que ele só joga com três zagueiros quando o galo está indo pro brejo.

Apesar de ser um bom treinador, houve a máscara de alguns jogadores e ficou evidenciado isso.

Desde sempre que o treze tinha volume de jogo e pouca agressividade, depois de Marcelinho nem isso mais.

O Treze vai contratar outro treinador que vai tentar impor seu estilo. Vai pedir algumas peças e para não se tornar um Campinense de 17, vai carecer de muito jogo de cintura e ser amigo de Marcelinho.

Em resumo: o treze contratou um campeão da Serie D e da Copa do Nordeste e recebeu um eliminado nas semifinais do Paraibano de 2013.

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Sacam-se as calculadoras

Parecia até que não terminava antes do carnaval essa rodada. E não terminou.

Os resultados trouxeram o óbvio: vitória do treze contra um adversário perigoso e  bem montado; Auto Esporte confirmando sua necessidade de ser o pior; Campinense se mantendo na dianteira; Sousa  voltando a ser o Sousa e o Serrano ele mesmo e o Botafogo sem passar pelo CSP.

O último jogo trouxe uma realidade, CSP mesmo com uma torcida menor que o Auto é a segunda força de Joao Pessoa. Usou sua teimosia e abanou os queixos do poderoso Botafogo de Joao Pessoa. Não fosse ainda o pensamento pequeno do time, ele tinha segurando o placar e vencido o adversário que, entregue a fadiga, não foi mesmo que jogou contra o Náutico, aliás, parecem dois times, duas vontades: Um da copa do nordeste e outro do estadual. Melhor para o Campinense.

Outro que se envolve em duas competições é o Treze que não mistura as duas e joga exatamente igual em ambas, ser a lanterna do seu grupo no Nordestao, não faz o Treze jogar diferente no paraibano e mesmo a vitória diante do Nacional não mostra  um futebol vistoso, convincente e matador. É aquele dar pro gasto que o coloca na primeira colocação do seu grupo.

O Nacional foi parado em sua melhor sequência e essa derrota do time de Patos, foi melhor para o Campinense.

O Campinense que jogou feio lá em Cajazeira, não conseguiu perder. Chegou aos 16 pontos e viu seus rivais diretos um não avançar e outro pouco se mover.

Derrota do nacional e empate do Botafogo deixa o Campinense a 3 pontos deles.

No grupo  B, o empate do CSP e do  Atlético, deixa o Treze bem folgado com 5 pontos a frente do segundo e 7 do terceiro.

O grupo A, tem situações interessantes: somente o Auto Esporte não pode mais nada.

Agora pegando a calculadora do imaginário, chegaríamos a uma situação parecida com essa:

O Sousa fazendo 9 pontos contra Atlético, Treze e Guarabira chega a 20.

O Botafogo pode chegar a 22 pontos, se vencer Treze, Atlético e Guarabira.

O Nacional a 22, se vencer  Guarabira, CSP e Serrano.

E o Campinense, pode chegar a 25 se vencer Treze, CSP e Serrano.

Até parece que ninguém do grupo B sabe jogar ou sequer entrar em campo né?

Isso pra mostrar quão forte é o grupo A.

Acredito que para o Campinense ser líder geral, precisa fazer 6 pontos e torcer para que Nacional e Botafogo percam 2 pontos ( que podem ser empates contra o CSP e Treze, respectivamente). Torcer também para que o Treze perca 2 pontos, que pode ser  para o Botafogo. Alias, o Treze tem uma sequência amarga ( Botafogo, Sousa e Campinense), sorte que já criou gordura.

Calculadoras na mão e a espera ansiosa que comece a 8ª rodada.

Menos para o Auto, onde a ansiedade é para o fim do campeonato.

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Returno

Marcos Nascimento

A atual posição do Nacional de Patos na tabela não deveria surpreender ninguém porque a sua frente tem um nome que a Paraíba já devia ter conhecimento: Marcos Nascimento.

Marcos é um Educador Físico e um profissional de futebol. Por onde passou, Marcos usou de seu aprendizado para conseguir, por exemplo, seis acessos, três como treinador (todos por clubes de Patos e três como membro de comissões técnicas).

Ele trata a condição de técnico de futebol como secundaria, já que ser professor de Educação Física é e sempre será sua principal função, tanto é que para estar no Nacional neste campeonato, fez uma série de exigências a diretoria nacionalina.

A partir daí devemos tratar a estreia do Nacional contra o Atlético como um jogo de um resultado normal, e a única derrota do Naça foi descontada ontem, quando de forma cirúrgica venceu o mesmo Atlético.

O nome é Marcos Nascimento. É ele que refez Pantera e lhe deu condições de ter suas defesas de Copa do Nordeste, foi ele quem recriou Lucio Curió no patamar da artilharia do campeonato. O time todo joga olhando e ouvindo o silencio do seu professor.

Forte candidato a classificação, o Nacional começa enfim, a ter um reforço de muito peso e decisão se aproximando :sua fanática torcida.

Gabriel Teixeira

Substituindo o pai seu de todo dia, Gabriel pouco pode fazer antes da linha lateral que o separava de onde estavam raposeiros e guarabirenses jogando um jogo feio, sem inspiração que teve o azar de ter acontecido um gol antes dos 10 minutos iniciais. O Campinense cheio de desfalques pouco apertou o limitado time da Desportiva que por sua vez parecia que aceitaria fácil mais uma derrota em casa.  O filho de Celso- talvez a mando do pai, deve ter instruído seus atletas  a tirarem o pé, porque nos segundo tempo, a Desportiva de Luciano Silva, dominou o rubro-negro por completo, não fosse um santo que veste amarelo ter operado milagre, o placar era outro e  por castigo, Rodrigo Silva em uma jogada isolada, faz o segundo gol. Aliás, O Campinense foi o único clube a fazer mais de um gol nessa rodada e provou que, nesse campeonato, toda vez que o Campinense vira o jogo vencendo, acaba ganhando o jogo. Segue líder, segue se remendando.

Oliveira Canindé

Imagino o que via Oliveira naquele campo de Cruz do Espirito Santo. Outro jogo que incomodou a visão e não fosse o retorno de Marcelinho Paraíba seria somente mais um jogo. Com o time principal em campo, a missão mais difícil era jogar naquele campo, porque o Auto Esporte não ofereceria e nem ofereceu nenhum tipo de resistência ou dificuldade. O gol de Reinaldo Alagoano, não fez a partida deplorável se dissipar, mas fez o treze voltar ao seu lugar devido, que é a liderança do fraco grupo B.

Leston Junior

Tudo que o Botafogo queria no jogo de sábado era que nem jogo tivesse havido. Parece até que não houve mesmo. Um gol rápido para o Serrano e lá vai o bravo Botafogo correr atrás do prejuízo. Empatou pela qualidade dos seus atletas, dominou o jogo pela inteligência de seu técnico, mas não venceu porque o Serrano de Suélio Lacerda também foi bravo e seguro na defesa e no meio. Esses dois pontos que o Serrano tirou do Botafogo são os mesmos que o impede de ser vice-líder em sua chave, os mesmo que os fez cair para a terceira colocação no Grupo A. O técnico Leston Junior classificou como desumana a maratona de jogos que o seu time vem tendo (Guarabira- Cajazeiras-Fortaleza-Campina Grande). Realmente uma sequência de léguas muito grande, mas nada que um bom planejamento não tivesse resolvido, até porque o Belo sabia onde e com quem jogaria nesse começo de temporada, então reclamar de tabelas, é imaturo.

Jason Viera

Depois de assumir com vitórias diante do rival Atlético e do Treze, o treinador do Sousa amargou um empate com o Guarabira em casa e essa derrota para o CSP, prova que o Dinossauro Rex de seu escudo está mais para o microraptor (carnívoro que  viveu há 125 milhões de anos e tinha uns 50 cm de comprimento (entre as pontas do rabo e da cabeça) e menos que 4 quilos – tipo um cachorro chihuahua. ) de tão inofensivo que o Sousa vem se mostrando.

O time do repórter do jegue se credencia a disputar o quadrangular da morte e de quebra trouxe à tona o CSP, para enfim respirar no seu fraquíssimo grupo onde disputa duas vagas com Serrano e o combalido Atlético Cajazeirense.

Final

Nem o Campinense e Treze na liderança de seus grupos são surpresas e muito menos o Nacional em boa colocação. As decepções são por conta dos sertanejos Atlético e Sousa. A outra certeza é que faltam somente 3 clubes para o quadrangular da morte, é certo que Auto Esporte já tenha garantido seu lugar.

Efigênio Moura

 

Será que vai?

O Treze passou um período difícil. Tempo que o Campinense se destacava com títulos e boas posições no cenário nacional, sem o uso de liminares.

Quando o treze chega a condição de disputar o que seu adversário local disputava, destoa.

Os números são frios e diretos.

Hoje é 2 de fevereiro, dia de Iemanjá e terminado o primeiro mês de 2018, bora para um resumo.

O Botafogo, que surgia segundo minha ótica, como segundo favorito a melhor do estado, me fez engolir as letras e fez um belíssimo início de ano.

O Botafogo é o único invicto do Paraibano, aliás, está invicto em tudo que é torneio. Em 7 jogos, venceu 5 e empatou dois.

Todos os jogos realizados fora de Joao Pessoa, o Botafogo venceu e venceu bem.

1 X0 no Bahêa, 2X0 Floresta-CE, 4×1 Desportiva e 2 x0 Atlético Cajazeiras.

Favorito (até que fim) a passar de fase em seu grupo da Lampions, o Botafogo já abocanhou mais de um milhão de reais da Copa do Brasil e pegará um Atlético na próxima fase. Na Lampions, próximo jogo será contra o inofensivo Náutico de Negreti. Pelo Paraibano, o Serrano aqui no Amigão.

Disputando somente uma competições, 5 jogos, 4 vitorias e uma derrota, tem 80% de aproveitamento , melhor defesa e melhor ataque da competição, o Campinense tem uma parte da torcida que se preocupa somente com o adversário e que uma derrota para o mesmo, vira para esses torcedores, sentimento de terra arrasada. Com um orçamento modesto, o Campinense luta contra si para manter a ponta da tabela e torce para que o Botafogo dê mais importância para outras competições realmente lucrativas.

O campinense jamais saiu de Campina Grande para jogar. Sai domingo.

A exemplo do Botafogo, o Treze disputava 3 competições até o fim do mês passado.

Foi preciso uma vitória inexpressiva diante do Campinense para que a torcida acreditasse que enfim, Oliveira Canindé era a redenção.

Contra o Figueirense, o mesmo jogo apresentado contra CRB e Sousa e uma derrota sem fazer gols.

Aliás, dos 9 jogos do treze esse ano (jogos oficiais)as 3 derrotas foram todas dentro de casa: uma no PV, duas no amigão e em todas, tomou 2 gols. Foram 2 gols feitos e 6 tomados diante de sua torcida que acha que talvez na chegue onde o Campinense um dia chegou.

O sentimento de frustação do torcedor galista é fruto de um esquema em que permanecer mais tempo com a bola é mais importante do que, por exemplo, fazer gols. O sentimento de raiva do torcedor trezeano deve ser porque o treinador ao invés sde cantar todas as suas jogadas, táticas e esquemas em emissoras de radio e tv ( Celso não viu isso) não afunila o time ou o abre para as laterais para Reinaldo tentar fazer o que ele já fez muito, gols.

Com menos de 45% de aproveitamento, o treze é o retrato de alguns torcedores baderneiros (daqueles que jogaram bombas contra inofensivos catarinenses), meio que perdido, meio que envolvido pela fala mansa do treinador e muito envolvido pelo que seus dirigentes pregaram: de um super time, vencedor em tudo, etc.

Para o Treze, talvez a chegada de Marcelinho Paraíba seja um divisor de aguas. Aos 40 e tantos anos já não tem a mesma mobilidade e raciocínio de antigamente, mas quem sabe não esquece, Marcelinho se for diferente do Marcelinho do ano passado, tanto no treze quanto na portuguesa, não oferecerá muito ao meio de campo que sobrevive pelo esforço de Dedé.

A torcida, ainda não acredita no time que lhe prometeu glorias.

A diretoria não se satisfaz com uma vitória em cima do adversário maior.

A diretoria não acredita que uma folha parecida com 250 mil reais mensais não entregue o resultado esperado e muito a perda de 600 mil em um jogo onde o opositor, apenas se aproveitou das bizonhices da zaga e goleiro.

A torcida do Treze merece mais.

O Auto Esporte merece mais, daí que sábado o treze terá além do desespero por resultados positivos, um campo feito para pegar time grande e um time de torcida pequena lutando pela sua sobrevivência.

Depois, o Treze vai se redimir contra um Santa Cruz capenga e sem vida, lá no Recife.

O Treze tem que pensar grande. Agir como time grande. Sua torcida e sua história é merecedora disso.

Em tempo: Não sei falar sobre o Treze!

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Opinião – FÁCIL IMAGINAÇÃO

Obviamente que o sentimento do torcedor do Campinense é de frustração e o do treze é de alívio.

Depois de uma vitória convincente contra o Serrano, o treinador esqueceu de lembrar que a comissão técnica do rival observava o jogo, tanto que armou o time baseado no que a raposa fez quinta.

O time do treze era quase outro, apostou não na covardia, mas no roubo de espaços e ainda na marcação pesada e frutífera em cima de Marcinho.

Foi um jogo de erros e um acerto.

O Campinense errou tanto que Saulo não foi exigido em momento nenhum. Na verdade, ele só caiu uma vez só e porque quis. O Campinense que deveria ter entrado com Jean Carlo e Rodrigo Silva, viu um Fabio Luiz gigante, mas um Pires apagado, tal qual seu sucessor, Tarcísio. O treze fechou os espaços e após mais de uma hora do gol marcado, não ofendeu o Campinense, que, a exemplo dos últimos embates dos maiorais, jogou de forma bisonha e sem padrão exigido, como fora contra o Serrano.

Houve o pênalti?

Houve, mas a barriga do árbitro o impediu de estar próximo da jogada e se ele não apitou, não houve. Ou melhor houve, mas ele não apitou, então na prática…aliás, como apitam mal os árbitros paraibanos…

Qual saldo?

Para o Campinense positivo apesar de tudo: o time continua líder, tem 3 jogos fora e não são difíceis, há não ser que se apequene diante dessa derrota normal; O time não carece de peças novas, mas de se acertarem em campo e principalmente, regularidade. O time é bom, mas parece não acreditar nisso.

Para o treze, positivo apesar de tudo; vencer o rival é um campeonato a parte, mas mostra a deficiência do ataque, um meio inexpressivo e um técnico medroso, visto que se apertasse, poderia ter feito um bom saldo de gols. O gol saiu não por mérito do treinador, mas pela falha do Jefferson e do Rafael Araújo.

Nos outros jogos, a surpresa foi o Guarabira. Depois de goleado em casa pelo Botafogo e com a chegada de Luciano Silva ( bom treinador), parece que a velha Desportiva vai querer engrossar o caldo e deverá fazer valer o fator casa. Empatar com o Sousa que haveria vencido o expressinho do treze, é um fato a comemorar.

Quem não tem muito o que comemorar é o Auto. Depois de pedir esmolas na Maravilha do Contorno, continua sua saga de perdedor e é o único que ainda não pontuou no campeonato. 5 jogos, 5 derrotas, no outro lado da linha, o Nacional de Patos começa a se impor. São 3 vitorias consecutivas e pontos que o credencia como terceiro do grupo A, a lutar pela cabeça e pega o ferido Atlético Cajazeirense em casa.

Atlético que perdeu a segunda, agora para o misto do Botafogo e que quase perdeu seu treinador.

Mesmo Atlético motivo de vergonha através de depoimento em vídeo de um ex presidente seu sobre a prática de comprar resultados, isso ficou no passado?

O grupo A, não deve apresentar surpresas- fazendo um prognóstico para os 5 próximos jogos:Campinense e Botafogo brigarão pelo primeiro lugar; Nacional e Sousa pelo terceiro. Auto não conseguirá se livrar do quadrangular da morte.

No grupo B, O treze terá vida fácil mesmo com Atlético tentando se impor. Essa insistência do Atlético lhe dará a segunda colocação e esperará uma briga de pequenos entre CSP, Serrano e o Guarabira.

Nem tudo é difícil de imaginar..

Nem a pochete de João Bosco Sátiro.

Nem o depoimento de Fabiano Gomes.

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Dos Passos Apressados

Enfim, na segunda podemos ter uma rodada fechada do Campeonato paraibano.

A rodada que começou no sábado, trouxe a surpresa da manutenção do Auto Esporte na  lanterna de seu grupo e a possibilidade do Serrano liderar seu grupo, fato consumado  no domingo.

Auto X Serrano é a cada do que falei no primeiro post: o serrano tem time para não cair, ano que vem confirmará sua condição de membro permanente do Paraibano se continuar a conseguir resultados expressivos, já  o Auto finalmente se dobra a insistência meio que alienígena de jogar em  Cruz do Espírito Santo e assim além de afastar seus poucos torcedores ainda facilita o jogo para clubes de seu tope, o que são muitos. O que não faz a mardita cachaça né não ( explica-se, Cruz do Espírito Santo é a sede do são Paulo Crystal, que também é um engenho, que fabrica…cachaça), então entre uma barrufada de cana e outra ( do engenho) o Serrano foi lá e trouxe mais 3 pontos.

O Jogo de Guarabira, reedição da final da segunda divisão, trouxe o campeão fazendo a mesma festa que fez na final do ano passado, e se a vitória do Espantalho do Brejo no meio de semana fora de casa, encheu de esperança sua brava torcida, o Verdão Maravilha (verde da cor da esperança) buscou sua primeira vitória contra um adversário em que pouco funciona, há não ser seu camisa 10.  Com 3 pontos, o Guarabira corre contra o quadrangular da morte e viu seu rival de domingo, o Nacional, chegar a terceira posição do seu grupo. Continuo com meu pensamento sobre a situação de ambos no campeonato. O Guarabira vai tentar mostrar se o velho Silvio Porto ainda é um alçapão ao se deparar em casa com o primeiro grande, o Botafogo. Já o Naça, em Joao Pessoa, contra o enjoado CSP.

Sousa X Atlético é daqueles jogos em que  ninguém sabe de nada. Nem do começo e nem do meio e tanto faz um vencer ou não. Ambos precisavam da vitória. O Sousa jogava em casa e inaugurava seu segundo do treinador, o comp0etente Jason   e o Atlético com Índio, ex-Sousa, perdeu sua segunda seguida e não fosse a derrota do Guarabira, estaria na lanterna. Ambos estão devendo pelo que propagaram. O Atlético pelo que fez ano passado e o Sousa pela boca poderosa de seu presidente. O Sousa vai a Campina Grande encarar no PV o time de Oliveira Canindé, já o Atlético recebe o saco de pancadas do momento, o Auto.

Botafogo X Treze além de fazerem o clássico tradição também fez o jogo dos dois maiores das Paraíba no momento: ambos estão na Copa do Brasil e copa do Nordeste, ambos com calendários apertados para o primeiro semestre. Era natural que fosse um jogão como era natural que que o Botafogo jogasse melhor , pelo reflexo da excelente partida feita lá em Salvador quando venceu o Bahia e o Treze, pelo que se viu até agora, é somente um ruma de jogador voluntarioso, que parece não entender as instruções do seu comandante. Foi assim que se mostrou contra o CRB em que apesar do domínio da bola, serviu ao adversário espaços generosos para que ele construísse a derrota do Treze, que além de empatar com o Belo, ainda perdeu a primeira colocação para o Grêmio Serrano. Continuam, apesar de segundos em seus grupos, sendo os clubes favoritos para o titulo. Neste meio de semana, o Treze tem jogo difícil contra um Sousa empolgado e o Botafogo vai a Guarabira enfrentar um Guarabira desconfiado.

Campinense X CSP foi um jogo sem goleiros. Nenhuma defesa difícil para eles, pouco sujaram seu uniformes, mas teve o Campinense mais decidido a fazer gols ( e fez, 2). O Campinense o tempo todo cozinhou o jogo. Bem postado em sua defesa, com William e Jensen, os laterais pregados no campo de defesa, teve  um Thiago dorminhoco e um Marcinho querendo jogo. O Campinense não jogou feio, o CSP facilitou também. Esse foi o jogo que vi e vi Fernando Pires ser arrebatador, participando, combatendo e municiando o ataque. O melhor em campo. Com 7 gols feitos e somente u sofrido, a Raposa tem o melhor ataque, a melhor defesa e o maior numero de pontos em todo o campeonato. É cedo? Oxe, nem amanheceu ainda, mas o café da manha bem feito que o Celso está fazendo  promete uma refeição com  bastante sustança. De fome o Campinense não morre. Quinta feira (se não mudarem) será o encontro de lideres no Amigão, primeiro contra primeiro. O Serrano vendeu caro sua derrota no primeiro jogo, mas ainda não é páreo para o fatal time de Celso Teixeira. Já o CSP, tentará se reorganizar contra o canário do sertão.

O Campeonato começa a ter a empolgação que merece por cada torcida, mas tudo ainda  é pouco para o que estar por vir, mas estar numa competição com 10 jogos classificatório, abrir vantagens  em pontos e gols, é fundamental e o Campinense parece ser o único a ter pressa em fazer isso.

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Três torcidas, três sentimentos diferentes

Antes mesmo de findar a segunda rodada, o humor das torcidas é completamente diferente uma da outra, isso tudo pelos resultados obtidos dentro e até fora de campo.

Com certeza a torcida feliz é a do Treze. Pela segunda vez, o time não usou sua força máxima e trouxe um grande resultado do Sertão. Depois de virar contra o Auto com gols de “reservas” no domingo o time repleto de jogadores que não são titulares, com exceção de Saulo, segurou a tentativa de reação do Nacional de Patos, treinado pelo competente Marcos Nascimento. Oliveira Canindé guarda suas peças principais para o encontro com o galo alagoano, bi campeão daquele estado e responsável direto por sua demissão do comando do CSA, quando por lá ele estava. É o planejamento que vai dando certo.

O empate em Patos deu ao Treze a liderança isolada de seu grupo. Sua torcida está feliz e a do Nacional, começando a se preocupar. Perder pontos em casa não estava nos planos do Verdão Maravilha.

A torcida agradecida é a do Campinense. Não imposta o time ter o melhor ataque, a melhor defesa ( junto com CSP, Treze , Sousa e Nacional), não importa o time ser líder isolado do seu grupo e do campeonato, não importa. O agradecimento vem com o ressurgir de um estilo doido de se jogar (típico de Celso Teixeira) e que dá certo, como deu ano passado com outro clube e não aquele todo bem comportado do ano passado que derrubou 5 técnicos e ninguém nunca soube explicar o motivo. O Campinense jogou um primeiro tempo e alguns minutos de um bom futebol, até Celso mudar o esquema de jogo, tirando de campo Jean Carlo e Tiago Potiguar, acabando com a mobilidade do meio de campo e o entregando a um venenoso Mosquito. A torcida agradeceu a vitória, agradeceu a boa estreia de Rodrigo Silva(na esperança dele  se vestir de outro Rodrigo), e principalmente, agradecida pelo excelente goleiro que é o Jefferson , com dois pênaltis defendidos em dois jogos. Mas a torcida torceu a cara para a defesa que em dois jogos cometeu dois pênaltis e para um lateral direito que no segundo tempo, ignorou o campo de ataque, além do esquema com 3 zagueiros onde na única vez que o lateral apoiou com velocidade, houve o segundo gol..

Uma torcida insatisfeita como acontece em cada inicio de campeonato. A torcida do Botafogo já devia está acostumada a isso. Parece que o Belo se encanta com seu próprio espelho e esquece que há adversários, que  é só passear no excelente gramado do Almedão e pronto. O sufoco que passou com o Serrano e o domínio que o CSP lhe impôs, fez com que sua torcida xingasse grandes contratações, falasse mal de seus atletas e dirigentes e quis por um momento ser igual a torcida do Sousa, que teve o poder de induzir seu presidente, o velho Aldeone a trocar de técnico após duas sofridas rodadas. O Sousa pode findar a rodada na lanterna de seu grupo. A insatisfação da torcida do Botafogo pode aumentar durante a semana até desembocar no encontro com a torcida feliz, do Treze, domingo que vem, aí mesmo, no campo que o governo do estado trata com carinho, respeito e muita dedicação.

A impressão que dá é que o governo manda regar a grama do Almeidão com agua de Santa Rita, de uma forma muito sublime.

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DEPOIS DA PRIMEIRA

A primeira rodada apareceu sem surpresas.

Foi surpresa o empate do CSP em Sousa?

Foi não e a gente sabe o motivo. Desde muito tempo que CSP vem fazendo a mesma coisa, do mesmo jeito e se portando como um cavalheiro no campeonato paraibano. É o time moita, aquele que sóobserva e belisca e depois assopra. Com intuito de formar e vender jogadores, outra vez o CSP entra como sonso no Estadual, sem- como falei na coluna anterior, ameaças bruscas de rebaixamento. O Sousa deveria dar uma explicação as já não tão ferinas palavras do presidente. Foi o único resultado em que não teve vencedor e, claro, gols.

Falar em gols, o Campinense aproveitou os resultados do domingo e na terça a noite, fez o placar que a torcida queria.

Vitorias de Treze, Botafogo e Atlético foram consideradas normais, a do Campinense também.

Por falar em Campinense, além do problema habitual nas bilheterias do Amigão(em jogos do Campinense), o outro fator negativo foi e será o estado do gramado. Péssimo, talvez somente o de Guarabira esteja em situação parecida e isso além de atrapalhar o futebol de quem jogará ali, nos faz crescer a inveja do Almeidão, como suas arquibancadas organizadas, com seu entorno  bem cuidado, seu gramado e tamanho impecável e até com seu vestiário botafoguense brilhando.

O governo do estado que é do representante do estado na Série C prometeu e não deu tempo cumprir a renovação do gramado do Ernani Sátyro, a turma que ver conspiração em tudo jura que foi para atrapalhar o maior rival hoje do time da estrela vermelha (oCampinense) já que o Treze tem e deverá fazer os jogos com os menores (se houver) em seu próprio estádio.

No jogo de terça, o calvário da torcida que foi para a geral (eu fui) antes de entrar, depois ver a bola pererecando em um gramado que mais parecia as estradas da Paraíba no tempo de Zé Maranhão pouco conseguiu ver do jogo, por conta da iluminação também fraquinha.

Foi culpa do gramado por exemplo, a perda de um gol claro do atacante de Guarabira já perto do fim do jogo, depois que Jefferson- por conta do mesmo gramado, “arrotou” uma bola fácil.

Como disse Nelson Rodrigues, no futebol o pior cego é aquele que ver somente a bola.

Para vermos mais, vamos nos preparar para a segunda rodada que começa no sábado com Serrano x  Sousa e Auto X Guarabira, e finda no domingo, com Csp x Botafogo e Campinense X Atlético. São dois grandes jogos.

E Nacional X Treze? Esse jogo deverá ser adiado por conta de compromisso do time de Campina Grande em outra competição.

Acho que isso foi acertado na Federação. É justo.