Você se lembra de Rinaldo Amorim?

Na pequena cidade pernambucana de Jurema, precisamente no dia dezenove de fevereiro de mil novecentos e quarenta e um nasceu Rinaldo Luiz Amorim, o popular Rinaldo. Três anos depois, os seus pais se mudaram para a cidade de Carpina-PE.

Foi na cidade de Carpina-PE que Rinaldo começou a ter contato e intimidade com a bola, chegando a jogar com a camisa do Santa Cruz local, nos anos de 1957, 1958 e 1959, período em que foi observado por vários clubes profissionais da região. Em 1960, Rinaldo passou a jogar pelo Esporte Clube Maravilhas, forte equipe da então Usina Nossa Senhora das Maravilhas, com sede em Goiana-PE, cidade que faz divisa com o Estado da Paraíba; proximidade essa que despertou interesse da equipe do Auto Esporte Clube, que o contratou para a temporada de 1960. Foi no clube do povo que Rinaldo assinou o seu primeiro contrato profissional, tendo estreado com a camisa alvirrubra no dia 14\08\1960.

O futebol do ponteiro esquerdo foi uma das sensações daquele ano, o que o fez se transferir para o Treze Futebol Clube, que o contratou e o estreou  em julho de 1961. Na equipe da Serra da Borborema, Rinaldo foi vice-campeão paraibano de 1961, disputou o torneio Pernambuco\Paraíba de 1962 e participou de uma excursão que durou os meses de abril e maio de 1962, nos estados do Amazonas, Pará, Maranhão, Ceará e no então Território do Amapá, onde venceram catorze partidas, perderam sete e empataram uma. O forte ataque possuía os craques Rui, Lelé, Delgado, Rinaldo e Ruivo.

Ainda no ano de 1962 o nosso homenageado foi contratado pelo Clube Náutico Capibaribe e   ajudou aquela agremiação ao luxo de conquistar o hexa-campeonato, que teve início em 1963 com Rinaldo sendo campeão pela primeira vez e ao mesmo tempo sendo artilheiro da competição com a marca de dezoito gols. A famosa linha de frente do alvirrubro era composta por Nado, China, Bita, Ivan e Rinaldo.

Em onze de abril de 1964, Rinaldo Amorim estreou com a camisa de número onze da Sociedade Esportiva Palmeiras onde conquistou vários títulos ao lado de Valdir, Djalma Santos, Servilho, Dudu e Ademir da Guia. Quando jogava no time de Parque Antarctica, o nosso craque foi convocado para integrar a seleção paulista de futebol.

Em 30 de abril de 1965, no maior estádio do mundo, Rinaldo estreou com a camisa da seleção brasileira ao lado de Pelé, Garrincha, Manga, Flávio Minuano e outras feras. O Brasil enfrentou e ganhou por cinco tentos a um a seleção da Inglaterra com dois gols marcados pelo estreante. Posteriormente foram vários jogos no país e no exterior com a camisa da então CBD.

Lamentavelmente, depois de várias convocações para a seleção brasileira nos anos de 64, 65 e 66, na véspera de viajar para a copa da Inglaterra, ele foi dispensado sem uma explicação plausível, gerando uma decepção que quase encerrou a sua carreira.

Em meados de 1967 o craque foi transferido para o Fluminense Futebol Clube, time no qual passou a ser destaque nas Laranjeiras, ao lado de Denilson, Suingue e Bauer.

A partir do ano de 1969 ele passou a brilhar nas grandes equipes formadas pelo Coritiba Foot Ball Clube ao lado de Oberdan, Pescuma, Hermes e tantos outros excelentes jogadores que ajudaram o alviverde a conquistar vários troféus.

Em 1973 ele deixou o Coritiba e passou a jogar em times do interior de São Paulo, como o Marília Atlético Clube, Garça Futebol Clube, Bandeirante Esporte Club e União Agrícola Barbarense Futebol Clube.

Rinaldo viajou o mundo com as camisas do Palmeiras, Coritiba e do Brasil. Foi treinado por grandes e vitoriosos técnicos como Vicente Feola, Mário Travaglini e Telê Santana. Fez tabelas com Dudu e Ademir da Guia, na época da primeira Academia de Futebol do Palmeiras. Esteve lado a lado de monstros dos gramados como Djalma Santos, Garrincha, Pelé, Carlos Alberto Torres e Tostão na época da seleção canarinho.

Em 1965 ele foi o primeiro jogador da seleção brasileira a marcar um gol no então Estádio Mineirão, o que lhe rendeu uma placa comemorativa.
Hoje, o aposentado Rinaldo Luiz Amorim reside com a família na cidade de Carpina-PE, onde é por todos reverenciado como “o campeão”.

Para nós torcedores, desportistas e cronistas ficou a certeza de que Rinaldo Luiz Amorim, o popular ponteiro esquerdo “Rinaldo” escreveu o seu nome com tintas douradas e perpétuas na brilhante história do futebol brasileiro.

PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DO JOIO E DO TRIGO

O cambaleante futebol paraibano precisa urgentemente ser passado a limpo das denúncias que caminham lado a lado, ombro a ombro, passo a passo, ano após ano maculando a sua imagem e servindo de chacota para a imprensa do país. Estamos desacreditados, manchados, olhados com desconfiança e desdém. De quem é a culpa disso tudo? Não sabemos ou não queremos saber?

Nem encerramos a fase processual da Operação Cartola, que na parte de investigação flagrou inúmeros partícipes do nosso futebol em tenebrosas e obscuras transações, culminando inclusive com uma reportagem a nível nacional no programa Fantástico, da rede globo de televisão, veio o segundo grande escândalo com o bem bolado programa governamental Gol de Placa, transformado em gol contra, em virtude de fraudes cometidas por nossos “abnegados dirigentes”.

E pelo meio do caminho ainda há, não uma pedra, como disse o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, mas uma eleição com denúncias de cooptação fraudulenta de votos na FPF, antiga e bondosa genitora que há décadas foi transformada em uma madrasta má e cruel com os seus enteados filiados.

Agora, pasmem, ao iniciarmos o nosso desmotivado campeonato estadual, que por sinal teve a primeira rodada adiada por incompetência generalizada dos vários órgãos responsáveis pelos laudos necessários e legais, aparece a denúncia da existência de uma máfia que estaria controlando resultados de determinados jogos, com a intenção de beneficiar uma suposta loteria de apostas.

Quem primeiro abriu o verbo foi o presidente do Sousa Esporte Clube, Senhor Aldeone Abrantes, militante do nosso futebol desde o século passado, ou seja, conhecedor das entranhas, das manhas, dos subterfúgios e dos porões do nosso moribundo futebol.

Parodiando o cancioneiro popular eu digo que entra ano, sai ano, e nada vem, o nosso futebol continua sempre ao deus-dará. Então eu pergunto aos homens de bem do nosso futebol, que por sinal ainda são muitos, e competentes, se não chegou a hora dos senhores separarem o joio do trigo? Cobrarem as responsabilidades dos malfeitores? Afastarem a bandidagem que insiste em andar próximo com os senhores? Expurgarem de uma vez por todas esses nocivos elementos travestidos de desportistas e que indiretamente sujam também o nome dos senhores?

Há um ditado popular que diz que todos são farinha do mesmo saco.  Normalmente, essa expressão é utilizada em sentido de reprovação, para rotular indivíduos de caráter duvidoso. Desta forma, ao falar “farinha do mesmo saco” a intenção é insinuar que pessoas de má índole costumam estar sempre juntas de seus semelhantes.

Tenho plena certeza que esse ditado popular não combina com a formação e a índole dos senhores, muitos dos quais inclusive tenho o privilégio de desfrutar da verdadeira e profícua amizade.

Então, acho que chegou a hora de todos os verdadeiros e honestos desportistas do estado que presidem clubes, FPF, tribunal desportivo, associação de árbitros e associação de cronistas, subscreverem um documento e oficiarem ao Ministério Público e a Polícia Federal, solicitando com urgência uma varredura no nosso futebol, antes que ele se acabe.

Já é hora de separarmos o joio, queimá-lo, para posteriormente colhermos o trigo em abundância!

SAUDADES II

Todos nós sabemos que a vida é uma dinâmica e que os seus partícipes vivem constantemente evoluindo e fazendo uso das novas tecnologias que transformam os costumes, a forma de viver e de agir. Todavia, costumes e modas do passado sempre nos deixaram um certo saudosismo e no futebol isso também se acentua, principalmente naquelas pessoas que ultrapassaram os sessenta anos de idade.

Eu particularmente recordo com um forte saudosismo os uniformes grossos, com gola e sem propaganda comercial que os nossos times utilizavam no passado. Havia uma beleza inigualável em sua textura, cor e desenho naqueles calções, camisas e meiões.

Os placares, que não eram eletrônicos, possuíam o nome fixo do clube da casa, um X e a expressão visitante, sendo manuseados por um funcionário do estádio, muitas das vezes se utilizando de uma escada. No antigo estádio José Américo de Almeida, o campo do Boi Só, constava permanentemente no placar as palavras Botafogo X Visitante, localizado embaixo das cabines de imprensa.

Outra coisa que recordo muito era a abertura dos portões do campo quando faltavam vinte minutos para encerrar o jogo, proporcionando uma rápida e grande alegria para aqueles torcedores desprovidos do dinheiro para comprar ingresso. Eles entravam correndo e se agarravam nos alambrados do campo, aplaudindo os seus ídolos naqueles últimos minutos que pra eles eram eternizados.

As partidas preliminares, ou esfria sol, eram disputadas por nossas agremiações amadoras nos mostrando os novos talentos que estavam em busca de um espaço em um clube profissional. Ao final da partida, os jogadores juvenis passavam na arquibancada com a bandeira do clube estendida para os torcedores ali depositarem algum trocado que seria utilizado no transporte deles.

Naquela saudosa época, os jogadores demoravam um bom período vestindo a mesma camisa de um clube, o que servia para ocorrer uma maior identificação dele com a torcida, com a cidade,  e com a sociedade de um modo geral. Era muito gratificante passear na tradicional Festa das Neves e encontrar os nossos ídolos ali se divertindo um pouco.

Jogadores como Leonardo, Chico Ramalho, Hélio, Chico Alicate e Dé, os três primeiros do Santos de Tereré, os dois últimos do Auto Esporte, semanalmente eram vistos batendo peladas na beira-mar da linda praia de Tambaú. Aliás, os nossos clubes faziam atividades físicas nas douradas areias da praia do Cabo Branco, local onde o nosso poeta José Américo de Almeida fazia moradia.

A gente ficava a tarde toda no campo comendo amendoim, chupando laranja, vaiando o adversário e aplaudindo o nosso time de coração. As figuras folclóricas estavam sempre presentes e alegrando os torcedores. Tinha um funcionário do Botafogo, salvo engano de nome Ademir Guerra, que mesmo com um defeito físico realizava uma volta olímpica correndo com a bandeira do belo estendida. Seu Pedro assistia ao jogo em pé, andando, ao lado do alambrado, portando um enorme rádio ao ouvido e gritando desesperadamente. Dona Dionísia comparecia com os sapatos, roupas, óculos, unhas, bolsa e pulseiras impecavelmente nas cores preta e branca.

Assim eram as nossas belas tardes de domingo, sentados nas arquibancadas do Estádio Leonardo Vinagre da Silveira, a popular “Graça”, ou no Estádio José Américo de Almeida, o popular “Olímpico do Boi Só”, com o rádio de pilha sintonizado na potente Rádio Tabajara e assistindo o disputadíssimo e histórico futebol paraibano.

Torcida paraibana, eu era feliz e não sabia.

  • Já começamos a planejar o 3º Encontro de Desportistas Paraibanos, que será realizado na última sexta-feira do mês de maio.

Saudades

Segundo o grande poeta Olavo Bilac, “Saudade é a presença dos ausentes”. Eu humildemente acrescentaria a essa frase a expressão “que nos faz bastante falta”, ficando então a famosa frase com a seguinte redação: “Saudade é a presença dos ausentes que nos faz bastante falta”.

E nesse início do ano de dois mil e vinte me bateu um enorme saudosismo de uma época em que o nosso futebol me marcou muito, ao ponto de ao fechar os meus olhos a mente conseguir visualizar e reproduzir jogadas, dribles, chutes, defesas, comentários e condutas dos nossos desportistas de outrora.

Que saudade dos abalizados e longos comentários do cronista Ivan Bezerra, que por décadas nos proporcionou entender todas as nuances de uma partida de futebol, incluindo os detalhes extra campo. Que falta nos faz a voz do cronista Marcos Aurélio em seu fabuloso “Arquivo de Recordação” que tornava o nosso dia de domingo mais poético, histórico e prazeroso.

Dos nossos dirigentes Heder de Paula Henriques, Manoel Costeira, Valter Tereré Marsicano e Lamir Mota ex-presidentes do Botafogo, do União, do Santos e do Campinense, respectivamente, que por décadas dirigiram os destinos dos clubes citados vivendo para o futebol, diferentemente dos que hoje lamentavelmente vivem do futebol.

Saudades da postura, da ética, do compromisso e principalmente da honestidade do senhor Genival Leal de Menezes, que por muitos anos dirigiu os destinos da nossa Federação Paraibana de Futebol e desde a sua saída da presidência aquela entidade nunca mais voltou a ter o crédito e respeitabilidade de outrora.

Saudades da elegância e fineza que o craque Valdeci Santana dispensava a bola, mostrando e demonstrando que antes do preparo físico, das táticas, dos vídeos, das conferências, preleções e modernidades importadas da Europa, é preciso saber jogar futebol. Aliás, ele era tão diferenciado que o saudoso e competente Geraldo Cavalcante o chamava de “O príncipe Etíope” e recentemente o jornalista Marcondes Brito, radicado no sul do país, o apelidou de “O Ademir da Guia negro”.

Saudades dos chutes fortes e certeiros de Simplício, Baltazar e Benício. Jogadores que faziam gols de fora da área, não esporadicamente ou com uso da sorte, mas com uma regularidade impressionante que não existe hoje. Quem não se lembra das arrancadas de Mauro Madureira, da matada de peito de Reinaldo, do passe e compasso de Luís Carlos no meio de campo?

Da sincronia de Nicássio, Magno e Zé Eduardo, sendo este último o melhor jogador que as minhas retinas enxergaram, a boca gritou o seu nome e as mãos aplaudiram incessantemente.

De jogadores que ocupavam toda a lateral do campo com maestria e dando a entender que jogar futebol era muito fácil, conforme jogavam Lúcio Mauro e Vinicius, pela direita e Fantick, Esquerdinha e Marquinhos, pela esquerda.

Os nossos ponteiros, esquerdos ou direitos iam na linha de fundo e sabiam cruzar a bola deixando os centroavantes em posição privilegiada, basta o leitor ter assistido Porto, Valnir, Ferreira, Gabriel, Vandinho e Dissor em campo.

No gol tínhamos Fernando, Lula, Salvino e Hélio Show. Não eram chamados de paredões com a facilidade que hoje são denominados os nossos arqueiros, mas quem os viu embaixo dos três paus sabe da qualidade de profissionais que eram.

Também tenho saudade da época em que a palavra cartola significava apenas um adereço utilizado na cabeça dos homens, tipo chapéu de rico, ou era o apelido do cantor e compositor carioca Angenor de Oliveira, popularmente apelidado de “Cartola”, e não uma operação policial que descobriu um grande esquema de falcatruas em nosso futebol.

Possuo saudade da época em que “gol de placa” era uma homenagem a um jogador que marcasse um gol muito bonito e que precisava ser homenageado com uma placa, fato inaugurado no estádio do Maracanã com um gol do Rei Pelé. Aqui em nosso estado, o governo instituiu por lei uma forma de ajudar todos os clubes da primeira divisão com o programa denominado de gol de placa, porém os nossos “abnegados dirigentes” resolveram rebatizá-lo de “gol contra”.

Saudades de torcedores como Tibério Barreto, que, infelizmente, ao comemorar um gol do seu Auto Esporte, marcado aos 46 minutos do segundo tempo, caiu no fosso do Almeidão e em seguida faleceu. Saudades de Kleber Marques, ex-presidente da Império Alvinegro que alegrava a torcida do Botafogo nas belas tardes de domingo e recentemente papai do céu o levou.

Saudades…

Você se lembra do atacante Dadá?

Ele nasceu na belíssima e encantadora cidade em que o sol nasce primeiro e se põe ao som do bolero de Ravel, precisamente no dia trinta e um de janeiro do ano de mil novecentos e cinquenta e quatro. Foi registrado por seus pais como Idalmo Kleber Gama mas logo ficou conhecido popularmente como “Dadá”, atleta de futebol que se destacou nas décadas de setenta e oitenta em nosso estado.

Ainda criança nos campos e nas quadras de futebol de salão, em especial no bairro de Cruz das Armas, Dadá chamou a atenção dos dirigentes de clubes por causa do seu domínio de bola, visão de jogo e principalmente pelo potente e certeiro chute a gol.

Ele muito jovem foi levado para as categorias de base do Santos de Tereré Futebol Clube, equipe em que se aperfeiçoou e foi revelação jogando de meia e ponta direita. Quando não foi mais possível mantê-lo nos quadros santistas, por volta de 1975, Dadá foi negociado com o Botafogo Futebol Clube, equipe onde pode mostrar toda a sua raça e habilidade com a camisa de número sete.

Com as cores do alvinegro da estrela vermelha, Dadá, deu prosseguimento ao que já havia sido plantado por seu irmão e artilheiro Chico Matemático, mostrando que o DNA da família Gama era vencedor dentro das quatro linhas do futebol.

Segundo diziam os cronistas da época, o nosso homenageado era aquele jogador habilidoso que não complicava, jogava sempre para a frente e em busca do gol. Correndo ou com a bola parada, o seu arremate a gol era com uma potência que dificultava a defesa dos nossos goleiros.

Dadá também brilhou com a camisa do Treze Futebol Clube, jogando ao lado do saudoso artilheiro Adelino, marcando gols e fornecendo excelentes e precisas assistências aos companheiros do galo da Borborema. Os seus abalizados cruzamentos na grande área alimentavam com precisão os autênticos centroavantes, aqueles que, hoje, são denominados com saudosismos de centroavante raiz.

Em Campina Grande Dadá também defendeu as cores do Campinense Clube, na cidade de Patos ele vestiu o manto alviverde do Nacional Atlético Clube. Em nossa cidade portuária ele jogou com as cores do extinto Nacional Atlético Clube da cidade de Cabedelo. Já na cidade canavieira de Santa Rita, envergou a camisa tricolor do Santa Cruz Recreativo Esporte Clube.

 O seu moderno e ofensivo futebol também desfilou por gramados de outros estados, quando defendeu as cores do Alecrim Futebol Clube, da cidade de Natal; do Sampaio Corrêa Futebol Clube, da cidade de São Luís do Maranhão; da Sociedade Esportiva Matsubara, do interior do Paraná e do Marília Atlético Clube, este do interior de São Paulo.

Quando foi em vinte e seis de abril do ano de dois mil e treze, Dadá foi acometido por um AVC e prematuramente partiu deste plano físico, deixando bastante saudades e recordações para os amantes do futebol veloz, jogado com raça e dribles ariscos.

Para nós torcedores, cronistas e desportistas, ficou a certeza de que Idalmo Kleber Gama, o popular “Dadá”, escreveu o seu nome com tintas douradas e perpétuas na brilhante história do futebol paraibano.