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Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Ao que tudo indica, a Série C do Brasileiro de 2022 deverá ter um novo formato de disputa. Os 20 clubes participantes chegaram a um acordo sobre como será realizado o modelo da competição já para a atual temporada. 

Clubes pedem pontos corridos na Série C, mas fazem exigência

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Na busca por uma competição cada vez mais rentável aos clubes, na próxima sexta-feira (4), será realizada nova reunião entre dirigentes dos clubes que irão participar da Terceirona e representantes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no qual uma nova proposta de competição será colocada em pauta.

Em contato com a reportagem do DOL, o presidente do Clube do Remo, Fabio Bentes, destacou que, na atual temporada, a Série C poderá ser disputada em turno único, com 19 rodadas, com os 8 primeiros avançando de fase, onde seriam divididos em dois Quadrangulares Finais. Conforme o dirigente – que, ao lado de mais três presidentes de clubes, está à frente das negociações – se espera que o novo formato seja oficializado pela CBF.

“São quatro clubes: Remo, Vila Nova, Ypiranga e o Vitória. Estamos aguardando uma data para que possamos sentar e reunir com a CBF, para que possamos sentar e apresentar a proposta dos clubes. Já foi enviado um documento para que eles estudem o ponto de vista financeiro, mas, basicamente, será turno único, onde serão 19 jogos, em que alguns farão 10 jogos em casa e outros farão nove”, disse.

Com relação aos mandos de campo nos jogos que serão realizados na disputa nacional, Fabio Bentes explicou que a definição dos confrontos será feito através de sorteio – diferente o formato das últimas disputas em que é realizada uma divisão por grupos na qual os clubes são separados por regiões do Brasil. O dirigente acredita que haverá aprovação por parte da entidade nacional.

“O critério é o ranking do ano passado. Clube do Remo e Paysandu fariam 10 em casa e 9 fora. Seria interessante para nós. Os confrontos serão sorteios. Acreditamos que será aprovado, pois os clubes têm essa autonomia. O único veto da CBF é a questão financeira e eles vão ter que provar pra gente que financeiramente não cabe. A gente não vê possibilidade disso, até porque é apenas uma rodada a mais. Isso não deve ter impacto grande”, concluiu Fábio Bentes.

PB Esportes com informações de Magno Fernandes\ Dol

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