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Foto: pbesportes.net

Campinense e CRB se enfrentaram na Paraíba em um jogo de muito disputa e pouca criatividade. Tentando tomar as ações do jogo, os alagoanos eram frágeis na armação e viram os paraibanos crescerem e levarem mais perigo na segunda etapa. Ainda assim, o jogo terminou empatado em 1 a 1, com os dois gols saindo no principal escape do jogo: os lances de bola parada.

Como fica?

Com o empate, o Alvirrubro chega a quatro pontos em dois jogos, ocupando a segunda colocação do grupo B. O time está três pontos atrás do líder Ceará, que já tem três partidas na competição. Do lado Rubro-Negro, a situação não é confortável. São apenas dois pontos em três jogos, com o time travado na sexta colocação do grupo A.

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Agora, o Campinense encara uma sequência de mais três pela Copa do Nordeste antes de voltar os olhos ao Paraibano. Às 15h do domingo, o time viaja ao Ceará para enfrentar o Floresta. Depois, a Raposa emenda confrontos com Altos e Sousa.

Do lado regatiano, também há uma sequência de mais três pelo Regional. O primeiro dos confrontos, inclusive, já é um clássico, com o CRB recebendo o CSA às 18h30 do próximo domingo, antes de ter jogos contra Globo FC e Sergipe.

Primeiro tempo

O CRB entrou em campo com um futebol melhor, mas sofreu muito na criação ofensiva, mesmo com a reestreia de Rafael Longuine no meio de campo do Galo. O Campinense, por sua vez, tinha uma proposta de maior contenção e também não encontrava forças para ser um time propositivo. Assim, o primeiro tempo acabou tendo suas oportunidades resumidas a lances de bola parada.

Aos 5 e aos 17, Longuine e Gum quase abriram para o CRB, em tentativas de gol olímpico e desvio de falta. Mas o primeiro gol veio quando o sistema defensivo alvirrubro falhou, aos 30. Em cobrança frontal de falta, Dione contou com a falha de posicionamento do goleiro Diogo Silva para acertar no ângulo da meta alagoana.

Com a desvantagem, os praianos precisaram forçar mais para buscar o empate e, como não era de se surpreender, ele veio em mais um lance de bola parada com falha defensiva da Raposa. Aos 40, Diego Torres cobrou falta e Marthã apareceu desviando para a trave. A defesa afastou mal, Iguatu não conseguiu chegar e Gum apareceu na pequena área para deixar tudo igual.

Segundo tempo

Depois do intervalo, o jogo voltou mais disputado, em um futebol mais paralisado. Com isso, sem fluidez no jogo, os dois times seguiram em dificuldade para buscar a criação ofensiva. Assim, CRB e Campinense apostaram em mudanças na armação para tentar dar uma nova movimentação aos times no campo de ataque.

E quem ganhou nessas alterações foi a Raposa. Pressionando mais e conseguindo fazer um jogo mais concentrado no campo de ataque, o Rubro-Negro foi para cima e tomou total controle ofensivo da partida. Na melhor chance, aos 23, o zagueiro Christian apareceu após cobrança de escanteio para forçar uma grande defesa de Diogo Silva, que quase tinha entregue no lance anterior.

Quando a força do Campinense caiu de ritmo, o CRB voltou a fazer um jogo no campo de ataque e, sem conseguir variações para furar a última linha da Raposa, o time começou a tentar de qualquer jeito. Assim, mesmo finalizando mais, o Galo não conseguia levar perigo nenhum, por apresentar chutes sem qualidade alguma. A exceção veio aos 42, na melhor chance alagoana, com Gustavo Apis batendo para grande defesa de Mauro Iguatu no cantinho.

PB Esportes com informações de Vitor Aguiar\ NE45

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