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Presidente da CBX, Máximo Igor Macedo. Foto: Divulgação

A Confederação Brasileira de Xadrez (CBX) encerrou 2022 com o maior número de eventos da história. Após o longo período de baixa, provocado pelo isolamento da pandemia, o xadrez brasileiro voltou com força máxima, fechando o ano com 632 torneios realizados, todos válidos pelo ranking internacional da FIDE, incluindo as 22 etapas do circuito nacional.

Os números foram comemorados pelo presidente da CBX, Máximo Igor Macedo, pois até então, a melhor marca havia sido em 2018 , quando foram realizadas 545 competições. “O ano de 2022 ficará marcado para sempre na história do xadrez brasileiro. O retorno das competições por todo Brasil a todo vapor e sem restrições após a pandemia foi marcante, batendo o recorde de quantidade competições em um ano”, comentou.

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O balanço também foi positivo na avaliação de títulos. Em 2022, 137 enxadristas no absoluto e feminino tornaram-se Mestre Nacional (MN) ou Candidatos a Mestre Nacional (CMN), mostrando a evolução técnica dos competidores. Além disso, a equipe brasileira estabeleceu a melhor atuação em conjunto numa Olimpíada, realizada na Índia, encerrando em 11º lugar.

O crescimento do xadrez brasileiro em 2022 também pôde ser verificado no sucesso do projeto piloto “Futuros Olímpicos”, cujo objetivo é revelar novos talentos nacionais. Foram selecionados 136 alunos de todas as regiões do Brasil, que tiveram aulas online de aprimoramento técnico com o treinador GM André Diamant e o professor internacional contratado, o GM indiano Priyadharshan Kannappan.

Dentre as jovens promessas, vários se destacaram, entre eles o potiguar Giovanni Brandão, que somou quase 500 pontos no ano, subindo centenas de posições no ranking, passando a ser um dos líderes do Rio Grande do Norte. “O projeto piloto “Futuros Olímpicos” foi um sucesso e todas as regiões realizaram pelo menos um grande evento no ano, dentre tantas outras conquistas e metas realizadas”, revela Igor.

No planejamento estratégico da CBX também vale destacar a realização das finais de brasileiro no modelo suíço e as principais competições em formato de festival, deixando uma série de benefícios para o xadrez nacional, em especial a democratização de intercâmbio e de oportunidades.

“O Brasil tem hoje um grande potencial profissional, uma vez que ao difundirmos nossa modalidade em todas as regiões e estados, conseguimos aumentar de maneira exponencial as oportunidades de negócios, geração e ampliação do mercado de trabalho, seja como professor, atleta, treinador, influenciador digital e todos os desdobramentos profissionais que a educação e o esporte abrangem”, explica o dirigente.

Mas o trabalho da confederação seguirá ainda mais intenso em 2023, pois a meta é manter o crescimento. “O xadrez brasileiro vem se desenvolvendo e conquistando o respeito e o protagonismo reconhecido por todos, o que nos leva a uma expectativa de que em 2023 tenhamos um ano ainda mais vitorioso, tendo como prioridades o aprimoramento e ampliação do projeto “Futuros Olímpicos”, bem como a evolução técnica de nossas equipes olímpicas e um maior desenvolvimento regional através dos festivais regionais”, anunciou Igor Macedo.

PB Esportes com informações da Assessoria de Imprensa da CBX

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