Michelle Ramalho, que acumula os cargos de presidente da FPF-PB e vice-presidente da CBF, manifestou seu apoio à criação de uma nova divisão nacional, a chamada Série E, durante entrevista ao portal PB Esportes .
Segundo a dirigente, “é uma ideia da CBF, e considero excelente. Quanto mais competições houver, melhor. Seja aumentando o número de vagas na Série D, por exemplo” .
Alternativas em debate
A criação da Série E está sendo estudada pela CBF como uma opção ao lado de outra proposta: ampliar a Série D, passando de 64 para 96 equipes. Em ambos os cenários, o objetivo é ampliar o calendário e oferecer uma base mais sustentável para clubes de menor investimento  .
Modelo possível para a Série E
A ideia em análise prevê uma quinta divisão com 64 clubes, funcionária com um formato regionalizado e adotaria um sistema de acesso e descenso com a Série D. A alteração daria à Série E o papel de “porta de entrada” para o futebol nacional .
Já a proposta de ampliação da Série D manteria a estrutura atual, mas com mais clubes (até 96), atendendo à mesma meta de oferecer mais partidas e garantindo calendário mais robusto às equipes .
Previsão
Ambas as propostas estão em fase de debate e planejamento — com expectativa de implementação a partir de 2027, conforme colocado pelos dirigentes  .
Por que isso importa?
Para Michelle Ramalho, mais competições significam mais oportunidades de desenvolvimento técnico, geração de receita e visibilidade, especialmente para clubes que hoje lutam para se manter ativos ao longo do ano . Um calendário mais robusto pode também contribuir para a sustentabilidade e profissionalização dos times do interior e das divisões inferiores.









