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Foto: Kioshi Abreu

Apoiado pelo calor, pelas pouco menos de 200 pessoas no Marizão e em uma tarde bastante inspirada, o Sousa não tomou conhecimento do ABC (que levou uma equipe alternativa por estar concentrado na Série D) e aplicou um imponente 3 a 0 no sertão da Paraíba pela Pré-Copa do Nordeste. Agora, o time dirigido por Tardelly Abrantes pode perder por até dois gols de diferença que se garantirá na fase de grupos da competição regional, algo que não acontece desde o ano de 2013.

Tentando se aproveitar de maior conhecimento do gramado além da alta temperatura no sertão paraibano, o Dinossauro não hesitou no momento de usar as pontas para trazer problemas a defesa adversária e criar oportunidades interessantes no chute cruzado de Arthur e até mesmo na boa enfiada de bola executada por Daniel Costa. Porém, se na primeira delas faltou pontaria, na segunda o camisa 11 do Sousa notoriamente “forçou” uma penalidade não vista pelo árbitro onde ainda lhe rendeu cartão amarelo por simulação.

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Com maior presença ofensiva, o gol do time da casa veio na batida de escanteio executada por André, no lado direito do ataque, onde o zagueiro Adriano foi preciso em testar a bola no canto oposto de Welligton. Apenas dois minutos depois, o Sousa se valeu de um erro crasso da defesa abcedista onde Keyllor, batendo com desvio da zaga adversária, tornou a dianteira paraibana ainda mais interessante no Marizão. Tamanho era o domínio dos anfitriões até a metade da primeira etapa que a dianteira poderia ter sido ainda mais dilatada com quando Jó Boy (mandando de peixinho por sobre o travessão) e Arthur, batendo por cima do goleiro, mas vendo a bola encobrir também a meta.

REAÇÃO TÍMIDA

Com a volta do intervalo, ao menos na base da motivação para diminuir a desvantagem, o que se esperava era uma maior mobilidade e capacidade do ABC em compactar o sistema defensivo e ser mais insinuante no ataque. Porém, mesmo nos lances de bola alçada, a capacidade de assustar a meta de Ricardo se limitou a uma bola que quicou e, passando por cima do arqueiro, teve Marcelo evitando o pior ao tocar de cabeça para escanteio.

MANDOU A LETRA

Mesmo com a mudança de postura onde as linhas foram recuadas para aproveitar o espaço para os contra-ataques, era o time da Paraíba quem seguia sendo mais perigoso e próximo de marcar o terceiro. Algo que efetivamente aconteceu quando, em boa jogada pelo lado direito, João Vitor cruzou e o centroavante Rodrigo Poty tocou de letra para balançar as redes de Welligton.

PB Esportes com informações do Terra

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