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Estabeleceu-se por estas bandas da velha Paraíba de guerra uma nova modalidade de disputa entre alguns dos principais clubes de futebol.

O primeiro triste episódio desta saga foi a disputa antiga pelo jogador Rone Dias.
Chegando a Campina Grande com toda despesa paga para assinar contrato, eis que o adversário, num lance magistral, oferece mais que o primeiro e leva para casa o atleta leiloado. O pior é que se deu mal na contratação, tanto porque o atleta não correspondeu em campo quanto por fatores médicos.

Ano passado mais um episódio desta natureza envolvendo o jogador Marcelinho Paraíba. Depois de declarado interesse em encerrar sua carreira jogando pelo campinense, posto em leilão, mais uma vez o Galo de campina grande sai vencedor. Placar 2 X 0.

Achando pouco e tendo apenas um mês de jogos assegurados pela frente, mais uma vez, prática reiterada, renitente, teimosa, que atesta pura incompetência e fumaça marqueteira visando inebriar incautos torcedores, ante o iminente fracasso, escolhe a repetição costumeira dos últimos anos,

O mesmo clube interrompe uma negociação em andamento, feita pelo rival, e entra em leilão para ganhar mais uma.

Nesta linha o 13 de Campina Grande já venceu a Raposa do Nordeste por 3 X 0. Novo leiloado é Roger Gaucho.
E qual a importância disto? Ora, os torcedores estão felizes porque impuseram mais uma derrota ao seu maior rival.

Os torcedores estão felizes porque terão em seu time, supostamente, um craque de futebol que de alguma maneira contribuiu para que seu clube esteja na posição em que se encontra no Campeonato Paraibano de 2017 e sem nenhuma outra competição a participar neste ano, tem aquela pontinha de orgulho de impor uma “derrota” ao rival.

Grande conquista!
Grande vitória!
Grandes iniciativas todas!
Grande tática!
Grande coisa!

Depois de ter entrado na Série C pela janela de trás; Depois de atrapalhar a Raposa do Nordeste na campanha de 2016 com decisão no tapetão…esperar o quê?

Não tendo nenhuma liminar em vista, nenhuma partida em vista a ser vencida por WO, pouquíssima chance de uma disputa dentro de campo, que garanta o calendário 2017, 2018… principalmente contra a Raposa do Nordeste, de quem não ganha uma partida de futebol há quase quatro anos, realmente, é preciso arranjar algo para comemorar.

Que tal uma miragem? Que tal uma “bomba de ninja”. Que tal uma cortina de fumaça?